O Stress e o Método DeRose
Muitas pessoas procuram o Método DeROSE para se desestressarem. Acreditam que com a hipotética tranquilidade que essa prática proporciona, se livrarão dele ou pelo menos o reduzirão. Outros evitam esta nobre filosofia com receio de que sua agressividade diminua, deixando-os para trás nos desafios que a vida impõe.
Para desfazer essas confusões conceituais (que deixam estressado qualquer professor de Yôga) temos que entender primeiramente o que é o stress, como ele atua e de que forma o pranáyámá (respiração), o ásana (técnica orgânica), o yôganidrá (descontração) e o dhyána (meditação) poderão contribuir para melhor administrá-lo.
Stress é um estado psico-orgânico gerado pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele vai enfrentar. Se estivermos diante de uma situação na qual, com os recursos normais que possuímos, certamente sairemos derrotados ou mortos, o corpo começa a gerar uma grande quantidade de modificações orgânicas e psíquicas para que possamos pelo menos ter alguma chance de vencer.
Por isso, o stress em si não é algo ruim, pois ele poderá salvar a nossa vida ou nos fazer vencer um robusto desafio. O prejudicial é dependermos dele para enfrentarmos nossos desafios cotidianos. Afinal, para gerar tal estado o corpo sofre um desgaste enorme e precisa de tempo para se regenerar completamente. Com isso você entende que o que faz mal é o stress rotineiro, que acontece toda hora e que não dá ao corpo a oportunidade de se recuperar, minando o sistema imunológico.
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