Yôga na Empresa


Apenas as empresas que possuem equipes motivadas podem se destacar em um mercado tão competitivo. Essa importância dada para o bem-estar dos funcionários vem crescendo bastante, mas ainda é um movimento bem recente. Antigamente o único valor do executivo era seu resultado de curto prazo e isso prejudicou a saúde de toda uma geração que ocupa a alta gerência. Segundo pesquisa publicada na Revista Exame, um estudo de um hospital paulista com mais de 4 mil executivos revelou: se a empresa vai bem, eles vão mal. Segundo a pesquisa, de cada 10 executivos, 7 são ansiosos, estressados e sedentários.

A conseqüência disso é que, segundo José Pastore, sociólogo, especialista em relações do trabalho e desenvolvimento institucional e professor da USP, só o governo brasileiro gasta cerca de 20 bilhões de reais com acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, e as empresas despendem mais 15 bilhões ao ano.

Para reduzir esse quadro alarmante as corporações de ponta começaram a introduzir as técnicas do Yôga dentro do ambiente de trabalho. Assim o executivo não precisa perder tempo com a troca de roupas ou com o deslocamento. A conseqüência foi a redução do stress e o aumento do desempenho. Segundo o instrutor Daniel De Nardi, um dos principais difusores deste movimento nas empresas, “O Yôga ensina como respirar corretamente, como trabalhar o corpo de uma forma biológica e como concentrar-se mais. Isso faz com que o praticante melhore sua performance em tudo o que faz.”